IMC dos Idosos
- Com o envelhecimento, o corpo sofre mudanças como perda de massa muscular, aumento de gordura corporal e redução da estatura. Isso altera o cálculo e a interpretação do IMC, que deve ser ajustado para a realidade dos idosos. Entender essas mudanças é essencial para manter a saúde e a vitalidade ao longo dos anos.
Com o passar dos anos, o corpo humano passa por mudanças profundas — e muitas delas afetam diretamente nossa composição corporal e a forma como avaliamos a saúde.
Segundo a nutricionista Dra. Miriam Spinola Najaz, especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho, o envelhecimento está associado ao aumento da gordura corporal e a perda da massa muscular, devido principalmente à queda hormonal.
Essas alterações impactam diretamente no IMC (Índice de Massa Corporal). A partir dos 50 anos, estima-se uma perda de 10% da massa muscular a cada década. Além disso, há uma redução gradual da estatura — cerca de 1 cm a cada 10 anos a partir dos 40 anos — o que altera diretamente o cálculo do IMC.
💡 Por isso, é essencial compreender que o IMC ideal para idosos não é o mesmo dos jovens.
🔹 Jovens: IMC saudável entre 18,5 e 24,9
🔹 Idosos: IMC saudável entre 22 e 27
Esses novos parâmetros são fundamentais. Em idosos, um IMC considerado "baixo" pode indicar desnutrição, perda de massa magra e aumento da fragilidade, o que eleva os riscos de quedas, internações e perda de autonomia.
Na Clínica Benatti, o ginecologista Dr. Carlos José Benati - CRM: 14539 / QRE: 5005, especialista em envelhecimento saudável, realiza esse acompanhamento de forma individualizada, considerando as transformações naturais do corpo com o tempo.
Através de estratégias clínicas, orientações personalizadas e foco na prevenção, ele auxilia suas pacientes a envelhecerem com equilíbrio, vitalidade e saúde.
✅ Envelhecer bem começa com conhecimento e cuidado contínuo.
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