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No Pod Mais Saúde, ao lado da Dra. Fernanda Benatti e da Dra. Edilaine Ferreira, o Dr. Benati construiu uma explicação contínua e muito didática sobre como o entendimento da endometriose evoluiu ao longo dos anos.


🕰️ Ele começa pelo passado:


A endometriose era praticamente desconhecida. Mulheres sentiam dor abdominal e cólicas intensas, mas sem diagnóstico definido.


👉 “A gente não sabia diferenciar… pensava em intestino, outros órgãos...” O exame ginecológico ajudava pouco, não havia tratamento específico — e o sofrimento era constante.


🔬 O avanço veio com a tecnologia — e mudou tudo


Com o surgimento dos exames de imagem e, principalmente, da videolaparoscopia, passou-se a enxergar diretamente a cavidade abdominal.


E é nesse ponto que ele conecta a teoria à prática:


👉 Durante a menstruação, além do fluxo pela vagina, sempre há sangue dentro da cavidade abdominal — algo que ele observa em 100% das laparoscopias realizadas.


A partir disso, ele explica:


➡️ Esse conteúdo pode deixar resíduos do endométrio fora do útero

➡️ Esses fragmentos se fixam em outros órgãos

➡️ E passam a sangrar também


💡 “A endometriose é exatamente isso: endométrio fora da cavidade uterina.”


📍 Com a visualização direta, veio outra descoberta importante


Inicialmente, acreditava-se que tudo fazia parte de uma única doença pélvica.


Mas, com o tempo, ficou claro:


Endometriose: acomete a cavidade (ovários, intestino, bexiga, peritônio)

Adenomiose: acomete o útero (endométrio infiltrando sua parede)


👉 Essa diferenciação foi essencial para melhorar o diagnóstico e direcionar o tratamento.


E então entra um dos pontos mais valiosos da fala dele: Hoje, o diagnóstico não começa no exame — começa na escuta.


👉 “Quando a paciente chega, a gente já forma uma imagem da doença.”


Isso porque os sintomas seguem padrões:


• Dor menstrual intensa

• Dor fora do período

• Dor na relação

• Sintomas intestinais cíclicos

• Dor irradiada para lombar e pernas


E o exame físico fecha esse raciocínio


E o toque ginecológico permite identificar:


• Espessamentos ligamentares

• Ovários aumentados e dolorosos

• Alterações na posição e consistência do útero (muito sugestivas de adenomiose)


👉 Ou seja: antes mesmo dos exames, o corpo já mostra sinais claros.


E por que dói tanto essa doença?


Ele explica que a pelve é rica em nervos.


Quando a endometriose atinge essas estruturas, a dor pode irradiar e se tornar intensa e incapacitante.


📊 Hoje, com toda essa evolução:


• É possível classificar melhor os casos

• Definir entre tratamento clínico ou cirúrgico

• E acompanhar de forma adequada (mesmo com risco de recidiva de cerca de 20% em 5 anos)


A medicina evoluiu — mas o diferencial continua sendo: escutar, examinar e entender a paciente como um todo.


🎥 Se você gostou desse vídeo e quer ver essa explicação completa e mais outros assuntos abordados, assista ao episódio completo: https://www.youtube.com/live/LF1TSNvczVA


💖 Informação certa, no momento certo, transforma vidas.


Se você convive com dor, desconforto ou dúvidas sobre o melhor caminho para o seu caso, saiba que existe tratamento — e você não precisa passar por isso sozinha. Agende uma consulta agora mesmo com o Dr. Carlos Benati, especialista em endometriose, pelo nosso Whatsapp: (11) 98980-4810 ou clique aqui.

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